
A lágrima insiste em não cair, por quê?
Nestes momentos ela deveria servir como alívio do inexistente, alívio do “Deus sabe o quê”, desabafo sem motivo, como uma grande respiração funda. Remédio sem nome.Porém onde está? Por que me abandona? O que fiz, o que devo fazer? Quero uma tempestade delas, das mais puras e confortantes. Quero abrir o peito, fechar os olhos e simplesmente esperar passar, sarar, com meu próprio soro fisiológico. Mas o quê ? E quem pode saber.Quero apenas dormir e assim, acordar em uma próxima estação.
“Morena dos olhos d'água, tire os seus olhos do mar;
Vem ver que a vida ainda vale o sorriso que eu tenho pra lhe dar". (Chico)
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