segunda-feira, 12 de maio de 2008

Sem perder a essência.




Não me pergunte como é envelhecer, eu não saberia responder ou contestaria uma tolice. Fazer aniversário é um tanto quanto engraçado. Em uma passagem de dia nos tornamos “pessoas maduras”, ou não.
Fazer aniversário solicita bolo, parabéns, abraços, presentes e muito carinho. Além disso, requer uma interpretação muito além do simples passar das horas, é o amadurecimento da idéia do ser. Não basta à mim apagar velas. São inúteis os números diante tal moleca interior, a cada ano que passa peço para que esse regresse em proporção contrária, como se ao fim da chama rejuvenescesse a mulher que se apresenta. E eu quero sempre ter um sorriso aberto para o meu amor e um laço de ternura para quem souber manuseá-lo. Com a mistura de tudo o que eu sou, vou levando a vida da minha forma: sem observar os relógios. Por favor Senhor Tempo, não deixe-me "crescer" jamais. =.)

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